terça-feira, 11 de maio de 2010

Apresentação

Já sabido o motivo da existência do blog, é bom que eu me apresente, né?

Como o endereço já entrega, meu nome é Andrea de Lima - apesar de não ser meu nome todo. Tenho vinte e dois anos e sou apaixonada, convicta e assumida, por fotografia, há uns oito. Na verdade, acredito que seja algo inerente a minha existência: tá nos genes. Meu pai foi fotógrafo amador, daqueles que registram as cenas pelo simples amor à imagem. Porém, todo o processo o encantava, desde o mecanismo da máquina fotográfica até a revelação. Aliás, ainda o encanta, mas como o post é para eu me apresentar, acrescento, me encanta também.

Minha primeira câmera fotográfica - que eu tive ainda antes de ser apaixonada, convicta e assumida - foi uma Yashica, daquelas compactas, pretas e de filme, trazida do Paraguay pelo meu tio. Já a segunda veio alguns anos depois: uma Olympus 3.2 megapixels, ganhada no meu aniversário de dezesseis anos que, após quatro anos de existência, uma queda fatídica fez com que ela partisse dessa pra uma melhor. Mimada como sou, disse ao meu pai que se não fosse uma profissional, não queria câmera alguma. E foi aí que a era da solidão se instalou no meu coração: um ano sem câmera. Compreensível... Nesse meio tempo eu usei CyberShots da Sony e Panasonic emprestadas, bem como comecei a manipular a antigona Canon F51 do meu pai e suas quatro objetivas. Enfim, hoje tenho uma Canon Rebel Xs (ou 1000D), três objetivas Canon (75-300mm, 18-55mm e a famosa 50mm fixa), um flash 430EXII, também Canon e um tripé.

Estou no nível avançado de fotografia na Escola de Arte e Design Arquitec - que terminará no primeiro semestre de 2010 - com os professores Octávio Mourão e Cláudia Moretto, que lecionam técnicas e práticas fotográficas e Photoshop, respectivamente. E, além disso, procuro sempre participar de palestras e oficinas de fotografia que surgem pela vida. Hoje participo também de uma oficina de Produção de Ensaio Fotográfico, pela Oficina Cultural Hilda Hilst.

Fora a fotografia, estudo Psicologia na PUCC e gostaria muito de, um dia, conseguir unir as duas, num projeto social bem bacana, como o que a fotógrafa Zana Briski (em parceria com Ross Kauffman) realizou na Índia, e ilustrou com o filme Nascidos em Bordéis, um documentário lindo e que eu muito recomendo!

Bom, acredito já ter dito o essencial para uma primeira apresentação - não que eu vá postar várias outras - mas o resto vocês irão conhecer com as minhas fotos!

sábado, 10 de abril de 2010

Por que um blog de fotografia?

Antes de eu me apresentar, falar da minha paixão pela fotografia, dizer que eu quero ganhar dinheiro com isso - mas não só - e que "por favor, chama eu!", achei interessante dizer o porquê de fazer um blog e não um site, ou por que o flickr só não me bastou.

Site é algo que, se você não tiver uma noção básica de estruturação de layout ou dinheiro, não vai pra frente. E para mim, principalmente, alguém de personalidade um tanto quanto independente, depender de alguém para mudar a cor do meu link de rosa para roxo, seria complicado. Além do mais, ainda não tenho uma carreira estruturada para me dar ao luxo de pagar por esse tipo de serviço. Adoro fuçar em sites de fotografia. Eles ficam mais organizados, bonitos e imponentes. Mas como minha intenção é - entre outras - divulgar meu trabalho, acho que o blog somente, é o suficiente, por enquanto.

Além disso, acho que o blog permite uma proximidade maior com os seguidores do meu trabalho. Ao disponibilizar os comentários e ter uma quantidade bem grande de caracteres disponíveis para acompanhar as fotos, a relação que seria mais de exposição e venda, torna-se uma troca bem gostosa de opiniões. Críticas são sempre bem-vindas, quando construtivas.

E por que não só o flickr? Sinto que para divulgar o trabalho fotográfico quando há também a intenção de fechar contratos para trabalhos mais tradicionais, como grandes eventos, books e etc, algo com cara de site é mais apresentável do que fotos "jogadas" numa página. Apesar de eu considerar o flickr uma ferramenta muito boa de divulgação de fotografias, o sinto como sendo algo mais informal e, às vezes, um pouco de formalidade faz bem.

E é isso! Espero conseguir construir relações interessantes por aqui, além de divulgar meu trabalho com carinho e dedicação.